terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Costa avalia saída de Renan e dispara: Este Congresso deu o que tinha que dar

O senador petista Humberto Costa avaliou, na manhã desta terça-feira (6), o afastamento do presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Para Costa, tudo começa com um movimento de instabilização política desde o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT). 

"Imaginaram que tudo seriam flores, que eles iriam controlar a Lava Jato e o mercado iria rapidiamente recuperar a segurança na economia brasileira. Estamos assistindo um processo de agravamento da crise politica. Crise institucional e a quem diga que vai demorar após a delação premiada da Odebrecht. Estamos com desemprego cresecendo e em breve teremos uma grave crise social. Temos que ter absoluta tranquilidade e tentar saídas democráticas. Senão, o fantasma do autoristarismo pode vir nos assustar", afirmou.
 
Para o petista, é preciso ter cautela e necessária uma eleição direta. "Se nós realizarmos eleições diretas para presidência da república teremos alguém legitimidado para levar o país até 2018".
Afastamento de Renan
Renan Calheiros (PMDB-AL) acabou de ser afastado da presidência do Senado. A decisão partiu do Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal). A decisão veio após pedido do partido Rede Sustentabilidade. Marco Aurélio  entendeu que, como réu no Supremo, Renan não pode continuar no cargo, por dessa forma, permanecer na linha sucessória da Presidência da República. Renan Calheiros (PMDB-AL) acabou de ser afastado da presidência do Senado. A decisão partiu do Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal).
A decisão veio após pedido do partido Rede Sustentabilidade. Marco Aurélio  entendeu que, como réu no Supremo, Renan não pode continuar no cargo, por dessa forma, permanecer na linha sucessória da Presidência da República.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Gasolina vai ficar mais cara: Petrobrás anuncia reajuste

Por Agência Brasil | Fotos: Reprodução 

 A Petrobras decidiu elevar o preço nas refinarias do diesel, em 9,5%, e da gasolina, em 8,1%. A informação foi divulgada na noite desta segunda-feira (5) em nota distribuída pela companhia. Segundo a Petrobras, o impacto nas bombas deverá ser de 5,5% para o diesel, ou mais R$ 0,17 por litro, e de 3,4% para a gasolina, mais R$ 0,12 por litro.
 
Segundo a nota, os aumentos passam a valer a partir de amanhã (6) e estão de acordo com a política de preços anunciada pela Petrobras em outubro. “As principais variáveis que explicam a decisão do Grupo Executivo [de Mercado e Preços] são o aumento observado nos preços do petróleo e derivados e desvalorização da taxa de câmbio no período recente. Por outro lado, a participação da Petrobras no mercado interno de diesel registrou pequenos sinais de recuperação”, informa a nota.

A Petrobras diz que a medida faz parte de sua política de fazer revisão de preços pelos menos uma vez a cada 30 dias, o que “lhe dá a flexibilidade necessária para lidar com variáveis cuja volatilidade vem aumentando recentemente”. “Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de petróleo, especialmente distribuidoras e postos de combustíveis.”

Ministro do STF afasta Renan da presidência do Senado


Em decisão liminar, Marco Aurélio Mello argumentou que, por ser réu, Renan Calheiros não pode estar na linha de sucessão da Presidência da República.

Renan Calheiros (PMDB-AL) acabou de ser afastado da presidência do Senado. A decisão partiu do Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal).

A decisão veio após pedido do partido Rede Sustentabilidade. Marco Aurélio  entendeu que, como réu no Supremo, Renan não pode continuar no cargo, por dessa forma, permanecer na linha sucessória da Presidência da República.

"Defiro a liminar pleiteada. Faço-o para afastar não do exercício do mandato de Senador, outorgado pelo povo alagoano, mas do cargo de Presidente do Senado o senador Renan Calheiros. Com a urgência que o caso requer, deem cumprimento, por mandado, sob as penas da Lei, a esta decisão", disse o ministro no despacho.

Elize Matsunaga pega 19 anos e 11 meses de prisão por matar e esquartejar o marido em SP

A bacharel em direito e ex-garota de programa, Elize Matsunaga, 35, foi condenada na madrugada desta segunda (5) a 19 anos e 11 meses de prisão pela morte e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Matsunaga, em maio de 2012, um dos crimes mais emblemáticos de São Paulo.
 
Foram sete sessões de julgamento em um dos júris mais longos do judiciário paulista, superando até mesmo outros casos midiáticos como o Nardoni, em 2010, que durou cinco dias.
 
O crime foi considerado hediondo porque, segundo entenderam os jurados, ela utilizou meio que impossibilitou a defesa da vítima. Isso impediu que a agora condenada saísse do fórum da Barra Funda de São Paulo (zona oeste) com a possibilidade de deixar a prisão nos próximos dias.
 
Isso poderia acontecer se o crime tivesse considerado um homicídio intencional simples, com pena mínima de seis anos (e máximo de 20) e possibilidade de progressão após o cumprimento de um sexto da pena. Como Elize já está presa há mais quatro anos, tem, assim, tempo suficiente para pedir o benefício.
 
Considerado hediondo, a progressão só pode ser requisitada após dois quintos da pena, porque não tem outros antecedentes criminais e tem bom comportamento na prisão onde está, em Tremembé (no interior do Estado). O hediondo tem pena mínima de 12 anos e tempo máximo de prisão de 30 anos.
 
Dessa condenação, um ano e dois meses foram pela destruição e ocultação do cadáver. Crime que tanto a acusação quanto a defesa pediram a condenação.
 
Sobre as outras qualificadoras, os jurados entenderam que ela não utilizou meio cruel para cometer o crime e não foi motivado por motivo torpe, como queria a acusação. Todos os placares, segundo os advogados, foram apertados: sempre 4 a 3 para a tese vencedora.
 
Pesou na decisão dos jurados os argumentos do promotor José Carlos Cosenzo de que uma condenação por homicídio simples seria muito benéfica a ré. "Se vocês condenarem pelo homicídio estarão a absolvendo. Ela sairá daqui do fórum na frente dos senhores", disse ele aos jurados. "Todo o Brasil está aguardando a decisão de vocês", disse o promotor.
 
Depois da decisão dos jurados, ele disse que vai analisar se vai recorrer. "Não ficamos satisfeitos", disse que queria uma condenação de ao menos 25 anos.
 
A defesa disse que vai recorrer porque, segundo eles, a pena aplicada pelo juiz Adilson Simoni foi excessivamente, ao contrário do desejo dos jurados. "Ganhamos, mas não levamos. Essa é a sensação", disse Luciano Santoro, um dos defensores.
 
Os debates entre defesa e acusação foram marcados pelas trocas de farpas entre Cosenzo e a advogada Roselle Soglio. O promotor chegou a chamá-la de louca, que pediria a interdição dela, enquanto a defensora de Elize respondeu chamando de machistas e que fazia muitos gracejos, para as pessoas rirem, a exemplo de um palhaço.
 
O julgamento foi marcado em seu último dia pelo interrogatório da ré que, em cerca de quatro horas, contou como matou o marido e porque o esquartejou. Alegou a bacharel de direito que não tinha a intenção de matar o marido, mas, após discutir com ele sobre a descoberta da amante, acabou sendo humilhada e levando um tapa no rosto.
 
Disse que decidiu esquartejar o marido ao tentar se livrar do corpo. "Infelizmente, a única forma que encontrei foi cortá-lo", disse. "Eu não podia ligar para minha sogra, pessoa que sempre me tratou com respeito: eu dei um tiro no filho", disse ela.
 
Elize chorou muito ao recontar detalhes do crime e ao falar de sua família.
 
A disposição dos jurados com a ré pôde ser medida ainda na tarde de domingo (4) quando um deles ao perguntar, por meio do juiz, baseada no depoimento dela. "A senhora disse que está sendo crucificada [por falar da distância do tiro]. Mas será que seu marido merecia ser esquartejado?", disse.
 
"Nem ele nem ninguém", respondeu ela. "Infelizmente, eu não posso voltar no tempo. Se pudesse, voltaria", completou em outra questão.
 
DEPOIMENTOS
 

Vaiada, nova cantora da Timbalada teve que deixar palco do ensaio

Não foi das mais felizes a estreia de Milane Hora nos vocais da banda Timbalada, na tarde deste domingo(4), durante o primeiro ensaio desta temporada, no Museu du Ritmo, em Salvador. A ex-The Voice recebeu vaias e o clima não ficou nada agradável. Mila, como gosta de ser chamada, cantou três músicas e se retirou do palco.


domingo, 4 de dezembro de 2016

Governo teme nova ‘onda’ de manifestações no país

Grupos que lideraram atos pró-impeachment convocam para este domingo protestos; Planalto receia virar alvo, avaliação é de que Congresso ajudou a aumentar tensão política

 Vera Rosa / Tânia Monteiro / Agência Estado 

As manifestações de rua previstas para este domingo (4), em todo o país, preocupam o Palácio do Planalto. O receio é de que os protestos sirvam para puxar uma perigosa onda de mobilização pela saída do presidente Michel Temer (PMDB), como aconteceu com Dilma Rousseff (PT), deposta em agosto por um processo de impeachment. Na avaliação do governo, o Congresso contribuiu, nos últimos dias, para aumentar a tensão política, ao aprovar um pacote que desfigurou as medidas contra a corrupção.

Sem conseguir reduzir sua impopularidade e sofrendo um revés atrás do outro na economia, Temer procura escapar de eventos em locais abertos desde que assumiu o cargo, há seis meses, mas ontem, após ser criticado, compareceu ao velório de jogadores da Chapecoense e jornalistas na Arena Condá, em Santa Catarina. A “voz das ruas” também foi a justificativa usada pelo presidente, há uma semana, ao anunciar que jamais sancionaria uma proposta de anistia a caixa 2, caso a iniciativa fosse aprovada pela Câmara. Foi surpreendido, porém, com críticas de tucanos, para quem a fala expôs a fragilidade do governo.

O comportamento do PSDB na crise tem causado estranheza a Temer e até ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Na quarta-feira (30), por exemplo, o presidente soube que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) participou da articulação para tentar votar, a toque de caixa, o pacote aprovado pela Câmara, no qual foi embutido o crime de abuso de autoridade contra juízes, procuradores e promotores.

A manobra foi conduzida pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), mas acabou se transformando em um fiasco. Informações que chegaram ao Planalto – muitas delas vindas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) – dão conta de que Renan, hoje réu em ação penal por peculato, será o principal alvo das manifestações deste domingo, ao lado de bandeiras pedindo o fim da corrupção.

Interlocutores de Temer disseram ao Estado, porém, que a desastrada operação do presidente do Senado provocou ainda mais repúdio da população à classe política, respingando no Planalto. O governo esperava esfriar os protestos ao anunciar posição contrária ao caixa 2, e sair das cordas com uma “agenda positiva”, mas, diante de tantos problemas, a semana serviu para elevar a temperatura da crise. De quebra, trouxe más notícias na economia, com a divulgação da sétima queda consecutiva no desempenho trimestral do Produto Interno Bruto (PIB).

Fritura- Em conversas reservadas, auxiliares de Temer também identificaram um movimento do PSDB para “fritar” Meirelles, cobrando resultados mais rápidos na economia, que enfrenta a mais profunda recessão dos últimos anos. Não é à toa que, com tanta pressão, Temer confidenciou a amigos que ampliará o espaço do PSDB no governo, na reforma da equipe planejada para 2017. “Nós conversamos com o presidente e dissemos que o que mais nos preocupa é o desemprego. Mas não tem nada dessa história de enfraquecer Meirelles”, afirmou o senador José Aníbal (PSDB-SP).
Pesquisas em poder do Planalto indicam que o desemprego, a falta de dinheiro e a revolta com os malfeitos na política são os “gatilhos” que jogam combustível nas manifestações de rua e podem impulsionar o “Fora, Temer”.


sábado, 3 de dezembro de 2016

A cura da cegueira está próxima, afirmam cientistas russos

Foto: PixBay


Cientistas do Centro de Análises Clínicas de Medicina Físico-Química da Rússia (CAC MFQ) cultivam retina através da reprogramação de células; estudos na área ajudarão a curar a cegueira, disse na quinta-feira (1º) o jornal Izvestia. 

De acordo com o jornal, o primeiro transplante de teste será realizado em 2017. Com a ajuda de novas tecnologias celulares, os cientistas planejam posteriormente realizar estudos no tratamento da doença de Parkinson. “Reprogramação de células” é um fenômeno bastante novo na ciência. 

A descoberta é de autoria do professor da Universidade de Quioto, Signa Yamanaka, o qual descobriu a capacidade única de células humanas de determinados tecidos, como, por exemplo, fibroblastos ou epitélio da pele, de mudarem sua estrutura para o estado embrionário. As células-tronco podem dar origem a quase todo tecido. 

Por exemplo, a partir dos fibroblastos da pele pode-se criar a retina. Esta operação permitirá tratar, por exemplo, pacientes que estão perdendo a visão por causa de degeneração macular — doença esta causadora da cegueira em pessoas com mais de 55 anos”, escreve o jornal, citando o diretor geral do CAC MFQ, Vadim Govorun. 

O Laboratório de biologia celular disse ao jornal que o tecido mais fácil de ser trabalhado no método de reprogramação celular é a pele, pois a realização da biopsia não causa danos graves ao paciente e as células se multiplicam significativamente. 

Segundo o chefe do Laboratório de Tecnologias Biomédicas do CAC MFQ, Sergei Kiselev, testes clínicos de transplante de retina estão sendo executados atualmente nos EUA e na Europa.

Eles também foram realizados no Japão, que foram temporariamente suspensos devido a mudanças na legislação, mas o país pretende seguir com o desenvolvimento da técnica em 2017. Quando se trata da Rússia, os cientistas “estão esperando a aplicação da lei ‘Sobre trabalhos na área da biomedicina celular’ (1 de janeiro de 2017) e aprovação das atas normativas conforme a mesma”, escreve o jornal. 

Os primeiros pacientes que se submeterão ao transplante de retina serão pessoas que sofrem de degeneração macular hereditária, diz o Izvestia. 

Mesmo havendo alguns tratamentos que retardam o progresso da cegueira, os pacientes com degeneração macular genética começam a cegar entre 20 e 30 anos, pois não há, até hoje, um remédio contra ela.

Carla Bora exibe bumbum perfeito em ensaio de lingerie sem photoshop

Atriz famosa pelo bordão 'Bora tomar uma?' posou sensual e mostrou as curvas.

 A modelo Carla Reis, famosa por seu personagem Karlão do programa "Encrenca" da RedeTV!, resolveu tirar a roupa em um ensaio super ousado. A beldade escolheu lingeries com tons de vermelho e caprichou no carão fazendo poses sensuais e até se deitou no chão - tudo isso sem usar photoshop para tratar as imagens. Tá podendo, né?

Carla ficou conhecida pelo bordão "Bora tomar uma" e na vida real a morena revelou que adora tomar uma cerveja gelada no final de semana. "Eu gosto mesmo de beber de verdade, não é apenas do personagem. E esse bordão (bora tomar uma), viralizou na internet quando comecei mandar áudios e vídeos para meus amigos que saíam pra beber comigo"

Carla contou que fica feliz por ser reconhecida na rua e tem muitos fãs. "Eu fico muito feliz em ser reconhecida na rua, as pessoas me param pedindo pra tirar foto e falam que me assistem".

Mas como nem tudo são flores, a morena confessou que tem dificuldade de manter a forma e que a bebida atrapalha.  "Agora que trabalho na TV eu tento manter a forma e beber somente de final de semana, porque a bebida atrapalha na dieta".